Como Funciona o Financiamento Estudantil Privado?

Trabalhar e fazer um curso universitário ao mesmo tempo já é um desafio e tanto. Ainda mais quando bancar as mensalidades da faculdade comprometem boa parte ou até toda a renda do estudante. A solução, então, é recorrer ao financiamento estudantil, uma espécie de empréstimo pessoal para pagar os estudos.No entanto, é normal que o estudante sinta-se perdido ao falar de financiamento estudantil. Afinal, são tantas opções que é mesmo difícil saber qual delas é a melhor.

Foi pensando nisso que preparamos este artigo. Aqui, você entenderá o que é e como funciona o empréstimo pessoal voltado a universitários. Assim, certamente saberá fazer a melhor escolha.

O que é o financiamento estudantil privado?

Em tempos de desigualdade social, o financiamento estudantil privado surgiu como uma oportunidade de garantir os estudos de qualquer aluno, com um pagamento facilitado e maiores possibilidades de quitação das mensalidades. É como um empréstimo pessoal, mas focado especificamente no pagamento de cursos universitários. Seu principal intuito é, na verdade, facilitar o acesso à universidade.

O procedimento é realizado por diversos bancos ou outras instituições financeiras. Há diferenças na burocracia na hora da contratação, que pode deixar o processo mais rápido ou até mesmo muito mais trabalhoso, e nas taxas de juros, que variam muito de uma para outra.

Além das opções privadas, existe ainda o Fundo de Financiamento Estudantil, conhecido como Fies. Ele oferece algumas possibilidades semelhantes, mas mais limitadas, e é realizado pelo sistema público.

Como funciona o financiamento estudantil privado? 

Imagine que você vai escolher uma instituição de ensino, mas como estudante de um curso universitário particular, não conta mensalmente com o valor exigido para o pagamento da mensalidade. Há algum tempo, isso seria um motivo para que você largasse os estudos, certo? O financiamento estudantil evita isso oferecendo um período maior  para você pagar as parcelas. É possível financiar até 100% do valor do curso. Funciona assim: a instituição que realizou seu financiamento quita o preço de seus estudos e lhe oferece um prazo a mais após acabar o curso, para que você pague em parcelas bem menores do que as mensalidades.

Normalmente o prazo é o dobro. Então se você está fazendo um curso de quatro anos de duração, o comum é que o financiamento seja feito em 96 parcelas (oito anos), mas a opção é do estudante, pois, quanto menos parcelas, menores os juros aplicados. Uma das vantagens deste modo sobre o Fies é que ele se aplica a todos os tipos de curso, até mesmo pós-graduação e MBA a distância, enquanto o modelo público só serve para cursos de graduação presenciais.

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